Apoiar Israel vai muito além de uma simples questão diplomática. É, antes de tudo, um compromisso com princípios, valores e convicções. Israel representa a liberdade, a democracia, a inovação e a resiliência. É uma nação que, mesmo enfrentando desafios constantes, transformou o deserto em desenvolvimento, tornando-se referência mundial em tecnologia, segurança, saúde, educação e, sobretudo, na defesa da vida, da paz e da soberania.
Essa amizade entre Brasil e Israel não é recente — é um laço histórico, que remonta a um dos momentos mais importantes da história contemporânea. Em 1947, na Assembleia Geral das Nações Unidas, um brasileiro, Osvaldo Aranha, presidiu a sessão que aprovou a criação do Estado de Israel, sendo peça fundamental nesse processo. Foi pelas mãos de um brasileiro que Israel pôde dar seu primeiro passo oficial rumo à independência, concretizando o sonho de um lar seguro para o povo judeu após séculos de perseguição.
Mais recentemente, em momentos de profunda dor para nós, brasileiros, Israel não hesitou em estender sua mão. Na tragédia de Brumadinho, em 2019, quando uma barragem se rompeu e causou uma das maiores catástrofes ambientais e humanas do país, o governo de Israel enviou seu exército, com tecnologia de ponta e equipes altamente treinadas, para auxiliar nas buscas e na identificação de vítimas soterradas. Esse gesto de solidariedade jamais será esquecido e reforça que essa amizade vai muito além da diplomacia — ela se traduz em ações concretas, humanas e solidárias.
Por isso, defendo, com orgulho e convicção, a criação do Dia da Amizade Brasil-Israel. Uma data que não é apenas simbólica, mas carrega um significado profundo: a reafirmação dos laços históricos, culturais, econômicos e diplomáticos que unem nossos povos. Brasil e Israel compartilham valores fundamentais e têm um futuro promissor quando caminham juntos.
Como coordenador da região Sudeste no Grupo Parlamentar Brasil-Israel, atuo diretamente na promoção dessa parceria, no fortalecimento dos laços bilaterais e na defesa dos interesses que unem nossas nações. E é exatamente por isso que não posso me calar diante das escolhas equivocadas do governo Lula, que insiste em criar tensões desnecessárias com Israel, colocando em risco uma relação sólida, benéfica e construída com tanto esforço, respeito e amizade.
Israel é, sem dúvida, um exemplo para o mundo. Uma nação que investe pesado em tecnologia, pesquisa, inovação e segurança, e que oferece ao Brasil inúmeras oportunidades de cooperação nas áreas de saúde, agronegócio, educação, segurança pública e desenvolvimento tecnológico. Celebrar essa amizade é reconhecer a importância de mantermos um diálogo permanente, produtivo e respeitoso entre nossos países.
O Congresso Nacional aprovou, com ampla maioria, o projeto que institui o Dia da Amizade entre Brasil e Israel. Agora, a decisão está nas mãos do presidente Lula. Ele pode escolher estar ao lado da democracia, da liberdade e do desenvolvimento, ou seguir alinhado a regimes autoritários e contrários à paz e aos valores que o povo brasileiro defende.
Minha posição é clara, firme e inegociável. Sou defensor de Israel, da democracia e do fortalecimento dessa aliança estratégica, que traz benefícios concretos para o Brasil e para o mundo. Isso não é apenas uma questão política — é, sobretudo, uma questão de valores, princípios e responsabilidade.
O Brasil precisa decidir de que lado quer estar. Eu, como deputado federal e coordenador da região Sudeste no Grupo Parlamentar Brasil-Israel, já fiz a minha escolha. E ela é, de forma clara e convicta, ao lado da liberdade, da democracia, do desenvolvimento e da paz.